"Existem diferentes formas de definir o roteiro. Uma, simples e direta, seria: a forma escrita de qualquer projeto audiovisual. Atualmente o audiovisual abarca o teatro, o cinema, o vídeo e a televisão. Para Syd Field, o roteiro é “alguém (ou várias pessoas), em algum lugar, fazendo alguma coisa”. Ele define o roteiro como uma “progressão linear de acontecimentos ligados uns aos outros, levando a uma resolução dramática”.
Para Jean-Claude Carrière, o roteirista está muito mais perto do diretor da imagem do que do escritor. “Escrever um roteiro é muito mais do que escrever. Em todo caso, é escrever de outra maneira: com olhares e silêncios, com movimentos e imobilidades, com conjuntos incrivelmente complexos de imagens e de sons que podem possuir mil relações entre si, que podem ser nítidos ou ambíguos, violentos para uns e suaves para outros, que podem impressionar a inteligência ou alcançar o inconsciente, que se entrelaçam, que se misturam entre si, que por vezes até se repudiam, que fazem surgir as coisas invisíveis...” “O romancista escreve, enquanto o roteirista trama, narra e descreve”."
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