Manuais de cinema II - Géneros cinematográficos - Luís Nogueira

Os géneros cinematográficos são um campo amplo e diverso. O nosso propósito, aqui, não é, nem poderia ser, analisar e explicar os géneros cinematográficos em toda a sua vastidão e profundidade. Ainda assim, queremos propor vias de estudo suficientemente válidas ou inovadoras sobre este tema.Eis algumas das questões a que tentamos responder: o que é um género? O que é um canône? Quais os critérios de identificação de um género? Como se caracterizam os géneros clássicos? E o Cinema de Animação? E o Cinema Experimental?


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Índice

  • Introdução
  • Definição
  • Critérios
  • Funções 
  • Género e autor 
  • Cânone 
  • Mutações 


  • Géneros Clássicos 
  • Acção 
  • Comédia 
  • Drama 
  • Fantástico 
  • Ficção Científica 
  • Film noir 
  • Musical 
  • Terror 
  • Thriller 
  • Western 
  • Subgéneros 


  • Cinema de Animação
  • Definição 
  • Princípios 
  • Breve história da animação 
  • Técnica 
  • Estética 
  • Plástica 
  • Cinética 
  • Mímica 
  • Banda sonora 


  • Cinema Experimental 
  • Definição 
  • Oposições 
  • Experimental e experimentação
  • Cinema e arte
  • Subgéneros
  • Híbridos 

História da Arte: Fundamentos Semióticos - Elaine Caramella

Uma História da Arte onde o semiótico interfere como predicativo da história e da própria arte. Uma História Semiótica da Arte, de informação obrigatória para todos aqueles que se dedicam a esta área de investigação.

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Historia da Arte e do Design - Rogerio Lima



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Sintaxe da linguagem visual - Donis A Dondis

Este livro tem como objetivo ensinar ao estudante as artes correlacionadas na comunicação visual. O tema é apresentado não como uma língua estrangeira, mas como uma língua nativa que o estudante 'sabe', mas na qual ainda não consegue 'ler'.

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História da arte - E H Gombrich

A história da arte' é um livro que busca introduzir o leitor ao mundo da arte, apresentando desde as pinturas rupestres da pré-história até a arte experimental contemporânea. O desenvolvimento da pintura e da escultura é tratado tendo como pano de fundo os sucessivos estilos de arquitetura. No livro, o autor descreve seu objetivo como sendo o de trazer alguma ordem compreensível à riqueza de nomes, períodos e estilos que preenchem as páginas. Usa a sua percepção da psicologia das artes visuais a fim de fazer o leitor ver a história da arte como uma tela contínua e uma mudança de tradições, em que cada obra reflete o passado e aponta para o futuro.


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As fontes da arte moderna - Giulio Carlo Argan

Qual o sentido de se publicar nos nossos dias um texto sobre arte moderna de 1960? A simples documentação de uma tendência interpretativa já seria uma justificativa — sobretudo quando se trata de trabalho de um dos mais importantes críticos deste século. No entanto, podemos exigir mais. Em função dos rumos que a arte contemporânea vem tomando, este ensaio de Giulio Carlo Argan ganha uma dimensão extremamente atual. O recente debate sobre modernismo e pós-modernismo — a que Novos Estudos CEBRAP tem tentado dar subsídios, com a publicação de alguns artigos de importância, como o de Alberto Tassinari (vol. 2 no4), o de Fredric Jameson (no12) e o de Perry Anderson (nol4) — tem trazido à tona algumas interrogações que, se mal delineadas, não passarão de falsos problemas. A renovada oposição entre sensação e estrutura, espontaneidade e racionalismo, visão mítica e clareza formal, realização artesanal e impessoalidade parece querer reatualizar, um tanto canhestramente, a tão pouco histórica polaridade entre romantismo e classicismo que Argan, ao passar em revista as fontes do modernismo, soube mediar de forma admirável.


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Modelos: Lay Out - campo, Lay Out - storyboard, Planilha - Timing

Modelos:

  • Lay Out - campo,
  • Lay Out - storyboard, 
  • Planilha - Timing


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Timing For Animation

Timing For Animation

"General principles of timing
The ‘readability’ of ideas depends on two factors:

  1. Good staging and layout, so that each scene and important action is presented in the clearest and most effective way.
  2. Good timing, so that enough time is spent preparing the audience for something to happen, then on the action itself, and then on the reaction to the action. If too much time is spent on any one of these things, the timing will be too slow and the audience's attention will wander. If too little time is spent, the movement may be finished before the audience noticed it, and so the idea is wasted.

To judge these factors correctly depends upon an awareness of how the minds of the audience work.
How quickly or how slowly do they react? How long will they take to assimilate an idea? How soon
will they get bored? This requires a good knowledge of how the human mind reacts when being told
a story. It is also important to remember that different audiences react in different ways. So, for
instance, an educational film for children would be timed in a different way from an entertainment
film for adults, which requires a much faster pace.
Animation has a very wide range of uses, from entertainment to advertising, from industry to
education and from short films to features. Different types of animation require different approaches
to timing."


Storyboarding, the simpsons way - Chris Roman

Storyboarding, the simpsons way - Chris Roman


"A set of notes used by the artists working on The Simpsons to help storyboard the show."



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Pixar's Animation Process

Pixar's Animation Process

"6 steps:

  1. Storyboards
  2. Modelling
  3. Animation
  4. Shading
  5. Lighting
  6. Rendering"


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